terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Braselectron blog: A sua organização tem alma ?

Braselectron blog: A sua organização tem alma ?: ...terceirizar o SAC para um "callcenter" ou "contact-center", sem "pessoas" que conheçam a história, o produto/serviço e valores de sua empresa é o mesmo que desobedecer todas as regras necessárias para se tornar uma empresa de sucesso.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Telemarketing ativo ainda incomoda o consumidor no ambiente de trabalho.

Ivana Hammerle - publicado em 29/04/2011
 
As ligações das empresas são frequentes no horário comercia, e no exato momento em que se executa uma tarefa difícil a pedido do chefe, que exige concentração e raciocínio, é que o telefone toca. Ao atender a ligação, a pessoa do outro lado da linha diz seu nome e, sem perder tempo, começa a oferecer produtos e serviços. Essa é uma situação comum que acontece todos os dias e incomoda muita gente.
 
As empresas de telemarketing ativo (televendas) investem em estratégias para conquistar novos clientes e aumentar os lucros. No entanto, as práticas adotadas pelos call centers têm levado os consumidores a registrar queixas no Procon de Santo André, órgão vinculado à Secretaria de Assuntos Jurídicos. 

Entre as reclamações estão a invasão de privacidade, com ligações telefônicas feitas pelos operadores a qualquer hora do dia para casa ou trabalho; a postura desses profissionais, que não pedem permissão para iniciar a conversa e vão falando sem parar, sem dar brecha para que o cliente interfira, e, ainda, o despreparo da categoria, que sem fazer pesquisa de mercado, oferece produtos que não são vantajosos. 

A própria diretora do órgão, Ana Paula Satcheki, diz que, somente nesta semana, durante o expediente de trabalho, recebeu ofertas de assinatura de revista e cartão de crédito. “É um abuso. Eles obtêm seus dados pessoais por meio de compra de banco de dados, e ligam para você em qualquer dia e horário, não apenas para o celular, mas também para o telefone comercial.”, lamenta.

Ana Paula ressalta que os transtornos em relação às ligações indesejadas poderiam ser evitados por meio da Lei nº 13.226, de 7 de outubro de 2008, que instituiu o Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing no Estado de São Paulo.  Passados os 30 dias da data em que foi feito o bloqueio dos números dos telefones fixo ou móvel no site do Procon de São Paulo (www.procon.sp.gov.br), conveniado ao Procon de Santo André, as empresas não podem ligar para os clientes, a não ser por meio de autorização escrita

No entanto, a legislação não está sendo respeitada. O engenheiro Julio Marcondes cadastrou o número do telefone fixo no site do Procon e, após 40 dias da inscrição, recebeu duas ligações da Intelig. “É um desrespeito grande. Como tenho identificador de chamadas, verifiquei que o DDD do call center era de Minas Gerais. Quando falei com a operadora que iria fazer reclamação no Procon, ela desligou na minha cara.”

A diretora do Procon afirma que essa prática tem sido adotada pelas empresas para burlarem a lei estadual paulista. Ou seja, contratam calls centers em outros estados. Ela explica ainda que a legislação é válida também para as ligações recebidas de outros estados. “Quem for desrespeitado, deve registrar queixa nos órgãos de defesa do consumidor.”


Informações sobre a autora:
SECOM PSA - Assessoria de Imprensa
Ivana Hammerle
E-mail: iaahammerle@santoandre.sp.gov.br
Telefone: +5511 4433-0135

Quando a segurança da informação realmente importa?

Publicado em 17/02/2011 por Humberto A. Izabela
Terminamos 2010 com uma grande demonstração do que o acesso a informação pode gerar de impacto quando cai nas mãos de alguém que entende o valor delas, principalmente se essa pessoa sabe o que fazer com elas. A grande maioria, para não dizer todos, ficou sabendo do caso que repercutiu mundialmente denominado “WikiLeaks” 

O bom mocinho, para alguns, ou ladrão e espião internacional, para outros, conseguiu de maneira não muito clara, ter acesso a 250 mil registros sobre mensagens trocadas entre os membros da diplomacia americana. Não sei se essas informações são desde 2000, se são somente do ano 2010 ou se elas chegaram até ele através de um pen-drive, micro SD, DVD, ZIP ou JPEG, não sei nem se saiu armazenada em um celular com 64gb de dentro do pentágono ou se simplesmente foi encaminhado por email em um anexo dizendo “Segue a consulta que me pediu”. O estrago foi feito. Agora corram atrás do prejuízo!

Dia destes, estou em um seminário e escuto uma pessoa falando a outra – “O bem mais valioso de uma empresa hoje é a informação!” E pensei comigo – “A informação nas mãos de alguém que saiba o que fazer com ela”.  A informação em si não pode ser um bem, e se for, terá valor diferente, de acordo com a pessoa e o modo que ela for utilizada. A intenção aqui não é mostrar o valor da informação, se ela vale mais nas mãos de uns do que de outros, e sim mostrar a importância da segurança da informação. Quanto vale sua carteira de clientes? Quanto vale a composição de seus produtos? Quanto vale sua lista de fornecedores com os descontos oferecidos? E sua composição de preços? Seus emails, trocados em uma negociação de compra ou de venda?

Na verdade, não temos uma resposta do valor exato para nossa informação. Podemos até ter uma idéia do prejuízo que ela causaria se fosse parar nas mãos de um concorrente ou até de um ex-funcionário, ficaríamos enfurecidos. Vamos levar o caso à polícia! Isto é um roubo de informação! Neste momento, surge outro problema: A informação não foi simplesmente roubada e sim duplicada. 
Ela continua com você, mas também na mão de outro. Derepente, da mesma maneira que você organizou essa informação, ou então, já está transformada com outras informações da qual você desconhecia, ficará praticamente impossível provar alguma coisa. É neste momento que paramos para pensar:

Minhas informações estão seguras? Posso confiar em meus colaboradores 100%? Alguém entende o valor desta informação?

Eu sei que não podemos ficar imaginando a infinidade de maneiras que nossa informação pode ser compartilhada indevidamente, sei também que é praticamente impossível ficar vigiando os passos de cada pessoa dentro e fora de sua empresa, mas nem por isso vamos deixar as nossas portas digitais completamente escancaradas, afinal de contas a divulgação da informação está ao passo de um clique, ou dois, quem sabe.

Sobre o autor:
Humberto A. Izabela possui 20 anos de experiência na área de tecnologia da informação. Criador do software Empresário trabalhou na informatização, consultoria e suporte para mais de 30 mil empresas junto com o SEBRAE-SP, MG e PR e também com a Federação do Comércio de São Paulo. Atualmente é diretor da Promisys Soluções em Informática produtora do Software de gestão ERP EASINESS é também Especialistas para pequenas e médias empresas pela Microsoft e Silver Solution Advisor pela Citrix.
 

sábado, 15 de outubro de 2011

Música manifesto: Não me liga

Não me liga
Eu não quero falar com você
Pois não posso te ouvir
Que dá vontade de te ver

Não me procura
Já não quero vê você
Só estou agindo assim
Pra tentar te esquecer

Os momentos bons que a gente viveu
Eu não quero lembrar
Prefiro pensar que você já me esqueceu
E que está em outra

Então assim eu vou tentando esquecer
Esse amor que me feriu e me machucou demais
Se a gente não dá certo eu não quero ser amigo seu
É tortura demais

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A privacidade na era digital

Autor:Marcos Lisboa

A questão da privacidade sempre foi muito debatida, mas com a grande difusão dos dispositivos tecnológicos que tomam conta do nosso habitat natural, esse debate tomou outra dimensão e também uma outra direção.

Hoje não podemos ter a plena certeza que os nossos passos não estão sendo monitorados, pois quando menos esperamos eis que ela está logo ali, a tal da câmera, cumprindo com muita eficiência o seu papel, vigiando alguma coisa para alguém. Como se toda essa vigilância desassistida não fosse suficiente, surgiram e se desenvolveram os dispositivos móveis e as suas versatilidades, que dentre elas podemos destacar : a câmera fotográfica e a sempre indiscreta filmadora, agora elas ganharam pernas e podem andar atrás de nós.

A Constituição Federal, art. 5o, inciso X, diz que “São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;” o problema é que os usuários ficam tão encantados com os novos recursos tecnológicos e tudo que eles podem proporcionar, que perdem a noção do certo ou errado e na maioria das vezes acabam infligindo leis que podem lhes causar muitos transtornos.

Contiuar a ler o restante aqui: http://marcoslisboa.com/2010/09/02/a-privacidade-na-era-digital/

Comércio de dados pessoais, privacidade e Internet

O enfoque deste estudo está na interferência, muitas vezes negativas, que a Internet pode ter na privacidade das pessoas, principalmente no que concerne à coleta e comercialização de dados pessoais.

MATOS, Tiago Farina. Comércio de dados pessoais, privacidade e Internet. Jus Navigandi, Teresina, ano 9, n. 427, 7 set. 2004.

Disponível aqui: <http://jus.com.br/revista/texto/5667>

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Portugal sai na frete em defesa da privacidade do cidadão.

Portugal está anos luz na frente com o CNPD
A Comissão Nacional de Protecção de Dados é uma entidade administrativa  independente com poderes de autoridade, que funciona junto da Assembleia da República Portuguesa.
Tem como atribuição genérica controlar e fiscalizar o processamento de dados pessoais, em rigoroso respeito pelos direitos do homem e pelas liberdades e garantias consagradas na Constituição e na lei Portuguesa.
A Comissão é a Autoridade Nacional de Controlo de Dados Pessoais.
A CNPD coopera com as autoridades de controlo de protecção de dados de outros Estados, nomeadamente na defesa e no exercício dos direitos de pessoas residentes no estrangeiro.
REF: CNPD em Portugal

sábado, 3 de setembro de 2011

Brasília cria a primeira Lei do País contra o Telemarketing


O projeto de Lei 748/2008, de autoria do deputado Rogério Ulysses (PSB), aprovado na Câmara Distrital, a Assembléia Legislativa de Brasília, foi sancionado pelo Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM). Ele cria um cadastro para bloqueio do recebimento de ligações de Telemarketing denominado: “Não me Importune”.

A nova legislação equivale ao “Do Not Call”, medida que nos Estados Unidos permite aos usuários de serviços telefônicos terem a opção de se registrarem numa relação de pessoas que não querem ser importunadas com ligações de empresas de Telemarketing. As empresas de telefonia são obrigadas a bloquear essas ligações em seus sistemas, sob pena de punição legal.

Em Brasília, caberá ao Procon-DF implantar, gerenciar e divulgar o cadastro “Não me Importune” aos interessados. O órgão irá disponibilizar em seu site oficial e por meio de telefone, o cadastro com os nomes dos usuários que solicitarem o bloqueio. O projeto aprovado e sancionado pelo governador José Roberto Arruda, no entanto, difere de um que que tramita no Senado, sob relatoria do senador Renato CasaGrande, também do PSB.

Quem fica com a conta final?

Embora o princípio seja o mesmo – o usuário de telefonia tem o direito a não ser incomodado pelas empresas de Telemarketing – a nova Lei de Brasília recai especificamente sobre as concessionárias de telefonia fixa. Se o usuário receber ligações após 30 dias de ter registrado o seu ingresso no cadastro, a empresa de telefonia será multada em R$ 10 mil – por cada ligação efetuada de forma indevida.

No projeto que ainda tramita no Senado, há uma “regra de transição” por onde haveria a concessão de um prazo para a criação de um cadastro nacional. Neste ponto, o projeto de Brasília é omisso e pode causar confusão com as operadoras de Telemarketing, sediadas fora do Distrito Federal, mas contratadas para prestar serviços na capital do país.

Porém o projeto tocou na princuipal ferida deste setor. As grandes empresas de telefonia fixa detêm o monopólio do mercado de Call Center no Brasil. A Anatel desconsidera o assunto por entender que “Teleatendimento não é serviço de Telecomunicações”. Para o órgão regulador, o Teleatendimento apenas se vale da rede da operadora para prestação do serviço. Com a palavra a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). O Convergência Digital disponibiliza a íntegra da nova legislação do Distrito Federal.

Originalmente REF: http://www.maysadecastro.com.br (este link não está ativo)

Não perturbe! Xô telemarketing…

Não perturbe! Xô telemarketing…

O pesadelo do telemarketing

Autor: Jorge Fernando dos Santos

Virou pesadelo. O telemarketing não nos dá sossego. O telefone fixo toca a toda hora, inclusive fora de hora. A gente corre para atender pensando que é urgente. É o corretor de seguros tentando nos vender uma apólice. Outra chamada. É a moça de voz sensual oferecendo cartão de crédito, assinatura de TV a cabo ou uma vaga no cemitério. O celular apita. É mais um anúncio da operadora, cuja habilidade para vender contrasta com a lerdeza no atendimento aos clientes.

Vale tudo no telemarketing, inclusive assassinar a língua com o maldito gerundismo, que usa mais de um verbo para “estar dizendo” o óbvio. Vendem de tudo, inclusive a própria mãe. E o pior é que costumam entregar! Também atacam pela Internet. Mandam tudo quanto é porcaria via e-mail. Ofertam produtos made in China, Viagra, alongamento de pênis, pornografia barata. Vírus, muitos vírus.

Os donos de serviços de telemarketing não têm alma, compaixão nem desconfiômetro. Exploram jovens que estão desesperados para arranjar o primeiro emprego. Trancam os pobres numa baia com telefone monitorado, sem merenda e sem direito de ir à casinha. Exigem produção, vendas, lucros e não aceitam o “não” como resposta.

O telemarketing é uma das mais terríveis invenções do homem. É pior que a guilhotina ou a bomba atômica, que pelo menos matam depressa. O telemarketing elimina aos poucos, torrando nossa paciência, desconectando nossos neurônios a cada nova ligação. Insistem todos os dias com a mesma lorota, enchendo o saco, ocupando nosso tempo, nosso telefone, nossas vidas. 

O inferno com certeza é um imenso serviço de telemarketing, com um punhado de demônios ligando a cada minuto para o pecador, oferecendo produtos e serviços até então desnecessários. Sem lei e sem limites, as operadoras nos torturam com prazer e sadismo, como se ninguém tivesse mais nada pra fazer, a não ser atender ao telefone ou ler e-mails de desconhecidos.

Consumidores do mundo, uni-vos contra o telemarketing! Boicotem as empresas e serviços que usam e abusam desse maldito dispositivo de vendas e promoções! Dêem preferência àqueles que respeitam sua privacidade e que nunca enviam mensagens sem sua prévia autorização! Talvez assim os bambas do ramo aprendam a respeitar o ser humano que está do outro lado da linha.

Privacidade ainda que tardia! Este deveria ser o lema do consumidor num mundo globalizado que assiste boquiaberto à crise do capitalismo e ao fim do neoliberalismo com tudo o que ele tem de ruim. Que o telemarketing morra junto - já vai tarde! -, para o bem da humanidade.

As operadoras telefônicas e a invasão da privacidade

Autor: Adv. Sylvia Romano - 03 de Setembro de 2011

Antigamente, antes do advento da violência urbana, quando a maioria das pessoas ainda morava em casas, toda família costumava ter um prato e talheres para os pedintes de comida. Bastava o cheirinho do almoço para a campainha tocar e sempre havia alguém pedindo um prato, alegando que estava com fome. Perturbava, mas o espírito de solidariedade falava mais alto, mesmo incomodando a hora do almoço. Tinham até uns mendigos cativos, que alternavam de casa em casa durante um certo período.

Hoje, com a maioria da população das grandes cidades morando em apartamentos, este incômodo social diminuiu muito, sendo que os pedintes ocupam praticamente todas as esquinas da cidade e, de certa maneira, deixaram de perturbar os moradores. Mas infelizmente, o sossego durou pouco! Os "gênios" marqueteiros da maioria das operadoras de telefonia celular descobriram a pólvora e acabaram com a paciência de todos nós usuários de celular. Não tem horário certo, começam sempre a partir das oito e vão até as nove da noite. Alcançam nós, infelizes usuários em qualquer lugar, seja em um velório, teatro, cinema, reunião, ou no trânsito, banheiro, motel, seja onde for os malditos sempre nos alcançam. Quando falo malditos, estou pensando no idiota que contratou o "call center", na maioria das vezes terceirizado, para perturbar a existência de todos nós. Malditos também são os próprios "call centers" que contratam uma multidão de explorados pagando salários irrisórios, mas dando comida, transporte e outros "benefícios" para um bando de jovens mal treinados que, além dos desaforos e palavrões que acabam ouvindo durante todo o dia, ainda são obrigados a passar muitas horas em "baias" feito animais enjaulados ou escravos condenados às "gales perpétuas", e que tem como única obrigação e objetivo interromper e perturbar a nós, seres tão dependentes da comunicação.

Eu como advogada, e atingida diariamente pelo aborrecimento de ter de atender inúmeras ligações das operadoras de telefonia celular tentando me empurrar um monte de serviços que não me interessam e que geralmente custam dinheiro, vou começar a exigir das mesmas que parem de me incomodar, pois se isto não vier a acontecer, começarei a gravar as ligações para, em seguida, processar estas operadoras por invasão de privacidade, com grandes chances de ganhar a causa.


REF: http://www.netlegis.com.br

Manifesto em defesa da privacidade na era digital.

Este blog foi criado para debater os nossos direitos a privacidade.

Vivemos um período singular da história humana onde a Internet está mudando definitivamente a forma de comunicar e divulgar dados, acontecimentos, informação e conhecimento.  Esta modalidade de expressão está determinando formas de estabelecer conceitos e opiniões e que cada vez mais atinge os direito individuais e a nossa privacidade.


Não podemos continuar inertes diante das injustiças, inverdades, distorções e total falta de princípios básicos como a ética que este instrumento digital está provocando e de forma impune.

Esta fronteira intangível criado pela Internet faz com que os facínoras cibernéticos fiquem impunes devido a dificuldade legal em identificar os autores, e consequente falta de jurisdição para atuar junto aos provedores e hospedeiros destas verdadeiras "pichações" covardes.  Estes criminosos ignóbeis, franco atiradores ou executores de ordens de superiores escondem os verdadeiros criminosos no anonimato.

Não bastasse isto, estamos diante de SPAMMERS, Call Centers, Maketing Viral, e outras pragas que atuam soltos e sem nenhuma regulação (ou controle direto dos cartéis e lobistas), devido a incompetência (e falta de ética) dos nossos legisladores, ou talvez da "conveniência" do apelo financeiro.  Não respeitam horário, local, pessoa enferma, empresa, crença, nível social ou outra forma de tipificação que queira usar para separar os alvos.

Este estado de sítio digital, nos forçar hoje a ter sistemas anti-spam; anti-malwares; bloqueadores de chamadas; secretária eletrônicas com viva-voz (voice screening); endereços de emails provisórios; e outras técnicas para combater praticamente "mano-a-mano" estes criminosos.

O consumidor está realmente "solitário" nesta guerra.  Deus por todos e cada um por si.

Espero poder iniciar aqui um mural para trocar informação e se possível unir forças para combatermos estas "pragas".

Boa sorte a todos e mãos-a-obra.